Não são todos os perfis de estudante que se adequam ao ritmo e proposta da escola, que é uma das mais puxadas e conteudistas do Distrito Federal. O aluno que se matricula no colégio passa por uma seleção rigorosa que inclui entrevistas e muita conscientização sobre a necessidade de esforço pessoal e sacrifício em prol de um objetivo: a aprovação.
“Costumamos dizer que a aprovação é do aluno. Entendemos que a escola é fundamental, mas somente ela não adianta. Pelo menos 80% é mérito do próprio estudante”, completa Rodrigo Pavan, professor de História do Único.
Mais do que atrair potenciais, o Único os forjam. Tudo depende do interesse e compromisso do aluno. “Alguns encontram muita dificuldade, mas com o passar dos anos eles crescem tanto que percebemos o valor desse trabalho. Ao serem lapidados, se tornam alunos fantásticos”, diz Pavan. Ele, que também conduz entrevistas de admissão, diz que uma das primeiras perguntas feitas ao candidato é: “você gosta de estudar?”.
“Se a resposta for não, é melhor nem vir para cá. Há quem encare o desafio e, apesar de apanhar muito, se desenvolve com louvor. Temos também os que eram excelentes alunos em outras instituições, mas, no Único, percebem que precisam intensificar mais o ritmo de estudos para conseguir alcançar a média”.
Uma base sólida na infância, com forte aprendizado educacional, integração do aluno com o meio ambiente e sua relação com a sociedade à sua volta são ferramentas decisivas no desenvolvimento de um cidadão responsável e líder de mudanças ao seu redor. Esta é a proposta do ÚNICO. Da entrada do aluno até a primeira formação da criança, toda a linha pedagógica do ÚNICO é formar cidadãos com excelência acadêmica na base e com autonomia em suas tomadas de decisões na vida adulta.